Gestão de anomalias na Arcelor Mittal

eng_campostriniO Eng. João Carlos Campostrini, coordenador do processo de informatização das atividades de segurança e higiene ocupacional na Arcelor Mittal, apresentou o modelo de Gestão da Saúde e Segurança do trabalho da empresa e afirmou: vou mostrar porque a implantação do SD2000 teve sucesso.

Na nossa empresa, cabe aos gerentes administrar os padrões de prevenção de acidentes. A responsabilidade por segurança e saúde é dos gerentes, não é da segurança do trabalho. Quem tem que prestar contas dos resultados são os gerentes. Tanto no tocante ao efetivo próprio, quanto no tocante ao efetivo dos contratados. Compete à segurança do trabalho dar apoio, normatizar, educar, fazer auditorias, salientou o engenheiro.

Em relação ao programa de segurança da empresa, destacou que existem dezoito elementos que representam a estrutura da prevenção de acidentes e uma política que assegura a sua observância. Salientou que dos dezoito elementos, apenas dois são reativos e que os demais são todos elementos pro-ativos. Todos os elementos estão implantados no SD2000, pois procuramos um sistema que nos permitisse trabalhar dessa forma, disse Campostrini. E continuou: a concepção do SD2000 na Arcelor Mittal é trabalhar de forma pró-ativa. É importante frisar que a gestão de anomalias na empresa, utilizando o SD2000, é focada no pró-ativo. Por isso, tivemos sucesso.

Planejamento estratégico

O planejamento não diz respeito a decisões futuras mas às implicações futuras das decisões presentes. Em sintonia com esta verdade, de Peter Drucker, Campostrini ressaltou que a implantação do SD2000 na CST (Arcelor Mittal) obedeceu a um planejamento estratégico, voltado para incentivar e facilitar a participação de todos os empregados na tarefa de comunicar as anomalias.

Escopo do SD2000 na gestão de anomalias

A seguir, o engenheiro abordou todo o processo, desde a comunicação da anomalia, registrada pelo empregado no portal da Arcelor Mittal, com sua própria chave de rede, passando pela definição do tratamento aplicável e da criação/controle dos Planos de Ação que são feitos no próprio SD2000, até a verificação da eficácia que será o último passo, salvo se os resultados não corresponderem às expectativas de solução, o que implicará em reabertura e revisão de todo o processo.

Ao final da sua exposição, Campostrini ressaltou que o SD2000 tem um recurso fantástico, que é a Visão de Plano, através da qual, é visualizado o status de cada ação, sendo as consultas, aos Planos de Ação, estratificadas pela área da ocorrência, pelas gerências, pelo tipo de tratamento, enfim, por qualquer campo tabelado que conste no banco de dados. Ressaltou, ainda, que o SD2000 dispõe de recursos que permite, enviar e-mails automáticos e realizar pesquisas em qualquer campo tabelado de todo o banco de dados.